Ser professor hoje é muito diferente do que era se professor antigamente. Além dos saberes, hoje ele precisa lidar com a tecnologia e a complexidade social. É dele exigido diariamente que exerça outras funções na vida do aluno: às vezes um pouco pai, mãe, amigo, psicólogo, conselheiro...
A sociedade exige cada vez mais desse profissional jogando todas as suas fragilidades para que ele solucione-as.
Segundo Moacir Gadotti: Ser professor hoje é viver intensamente o seu tempo com consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores. Os educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informção em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas. Diante dos falsos pregadores da palavra, dos marqueteiros, eles são os verdadeiros "amantes da sabedoria", os filósofos de que nos falava Sócrates. Eles fazem fluir o saber – não o dado, a informação, o puro conhecimento – porque constróem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam, juntos, um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Por isso eles são imprescindíveis."
Pena que não seja isso que a sociedade pensa dos professores, porque se pensasse agiria de outra forma. Os professores nunca tiveram uma situação muito cômoda no lado financeiro, mas existia o prestigio e a dignidade social, o que, muitas vezes, compensava, mas até isso nos foi roubado.
Resumindo: ser professor hoje é ser heroi, é trabalhar 300 h para conseguir sobreviver, é lidar com situações diárias, muitas vezes, de risco e ainda nos mandam trabalhar por amor. Será que não é exatamente isso que estamos fazendo?
Quem sou eu (professor) neste contexto?
Como professora de LIE me vejo como mediadora que busca metodologias, novas ideias que façam com que o professor usem a tecnologia a seu favor em suas aulas e também a favor de uma melhoria no processo de ensino e aprendizagem.
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